Apesar de aparecer em construções indoamericanas e egípcias, a forma piramidal continuou sendo usada mesmo na Idade Média. Exemplo disso é o Bode de bruxa, um instrumento de tortura usado — ainda bem — apenas em mulheres.
Aposto que, ao ver a imagem acima, você não faça ideia de como usar o brinquedinho, não é? É simples de entender. Você precisa de:
- Uma bruxa em bom estado
- Uma pirâmide de pedra
- Uma estrutura de madeira sólida
Agora é só encaixar as peças, desse modo:
Viu como é fácil?
Confira as outras partes da série "Tortura que eu gosto":
- Cadeira de interrogatório
- O trono
- A cegonha
- Serra de mão
Os europeus, por incrível que pareça, não puniam apenas as bruxas. Havia também os homossexuais e os índios, por exemplo. Para as três "classes" de pessoas citadas acima, a serra de mão era uma solução.
Use a imaginação e pense em alguma forma de usar esta serra.
No pescoço ou no braço seria óbvio demais, pequeno gafanhoto, o sadismo vai mais além, como a ilustração abaixo exemplifica.
Confira as outras partes da série
- Cadeira de interrogatório
- O trono
- A cegonha
O documento mais antigo que se tem notícia sobre o curioso nome deste equipamento é datado de 1749. Trata-se do livro Anais italianos (sem trocadilho), de L. A. Muratori. De acordo com o mesmo relato, a cegonha foi utilizada durante a inquisição, em Roma, da segunda metade do século XVi até o ano de 1650, aproximadamente.
Mais que um instrumento de tortura, a cegonha servia como uma "algema corporal", mantendo a pessoa totalmente imobilizada. A posição fazia com que, em poucos minutos, o imobilizado sofresse terríveis dores musculares, do pescoço, abdome e reto.
Um modelo semelhante também já foi encontrado em Londres.
Confira as outras partes da série "Tortura que eu gosto":
- Cadeira de interrogatório
- O trono
Todo rei — ou toda rainha — é digno de um trono à sua altura. Cravejados de pedras preciosas, feitos de ouro maciço e outras extravagâncias, os tronos como a cadeira onde Luís XVI sentara antes de ser decapitado não chegam nem próximos do conforto do trono abaixo.
Feito para manter um condenado — prisioneiro de guerra, escravo rebelado, etc. — de pontacabeça por horas, talvez dias, este instrumento de tortura funciona mais como pressão psicológica. E bota pressão nisso, já que o fluxo de sangue para o cérebro, com o tempo, faz com que os pensamentos fiquem confusos e que haja fortes enxaquecas.
Confira o início da série "Tortura que eu gosto":
- Cadeira de interrogatório
A tortura é uma prática totalmente edionda e condenável, em várias sociedades. Apesar disso — e apesar de ainda acontecerem práticas de tortura em alguns lugares —, convencer alguém por métodos heterodoxos, no passado, era bastante comum. Por isso existe, no Museu de São Petersburgo, Rússia, uma ala reservada a curiosos equipamentos que serviam como ferramentas de tortura.
(E, por mais que não seja feio, de serial killer todo mundo tem um pouco.)
A cadeira de interrogátorio utilizada pelos europeus durante a Idade Média e início da Idade Moderno era assim:
Eles faziam um elefante sentar aí e confessar que era hipopótamo. Não. Na verdade o instrumento era utilizado em capturados de guerra e, durante a Inquisição, em mulheres suspeitas de bruxaria — que, invariavelmente, confessavam. (Por que será?)
Fique ligado para a continuação da série nos próximos dias.
Todos nós saberíamos o que fazer caso tivéssemos acabado de roubar US$ 170 mil de um banco. Com certeza não iríamos a uma lanchonete e tiraríamos fotografias segurando o dinheiro. Nós, pessoas com bom-senso.
Não é o caso de Anthony Prince e Luke Carroll, dois australianos presos no mês passado no estado norte-americano de Colorado. Após roubarem um banco, levando a quantia mencionada acima, a dupla dinâmica fez a façanha de ir até um fast food e tirar fotos segurando todo o dinheiro.
A burrice, entretanto, não para por aí. Por serem australianos, os ladrões possuíam um sotaque muito diferente do norte-americano. Sendo clientes do banco — imagine só! — os caixas assaltados reconheceram Prince e Carroll mesmo com as máscaras.
De acordo com a polícia do Colorado, os dois deixaram tantas pistas que tornaram seu trabalho "ridiculamente fácil". Débi e Lóide 2.0!
Se tem uma figura no campo de futebol que é odiado por dez entre dez torcedores, é aquele cara de preto com os cartões no bolso. Maldito! Ele sempre expulsa os jogadores do meu time, nunca dá os pênaltis em cima dos atacantes do melhor time do mundo (o meu) e vive errando nos impedimentos.
A redenção veio, entretanto, em um jogo do campeonato italiano. O autor da façanha foi Kolarov, da Lazio, que enfrentava o Torino.
Vender armas para crianças sempre foi uma boa ideia
norte-americana.
Afinal de contas, se adultos podem matar adultos, por que crianças não podem ter esse direito? Aquele é um país livre, desde sempre! Todos freaks!
Arte 3D pode parecer bobo, à primeira vista. Mas não é. Veja um exemplo abaixo.
Antes:
Depois: